Então eu agora sou uma mulher corajosa. Não. Uma menina, muito menina, corajosa. Uma menina muito menina corajosa que não sabe exatamente o que quer. Que quer tudo, que quer viver e sentir e se divertir. Mas que no final sas contas não sabe mesmo muito bem o que quer. Mas que sabia quem. Mas agora já era, vai dorme. Pelo menos eu serei amiga. E corajosa. E menina, muito menina.
É claro que ainda vai doer, mas é meio comédia humana também. Hey, Lloyd. É, mas na verdade estou intermitente assim. Assim hey, Lloyd, I'm ready to be heartbroken, 'causa I can't see further than my own nose at this moment. Mas tudo bem, porque eu sou corajosa. Cachorrada grande total, de vez em quando, mas corajosa, isso é inegável.
É meio ridículo porque eu decidi, escolhi, um dia, por nenhum motivo muito concreto (exceto os óbvios, que não são muito suficientes). E agora conseqüências. Mas é bom, agora tudo bem. Agora eu posso continuar.
*
Depois de algumas garrafas e doses, pedras de gelo, goles de bebidas doces de menina (será que quando eu entrei você resolveu beber um drink a mais?). Depois de vomitar a alma (HAHA), falar na cara, pitangar até a morte. Depois de conversar ok, de babar, de olhos brilhando (os meus). Depois de dirigir emburrada e brava, e depois devagar, morrendo, escorada na porta. Depois de doer de rir, tetesto, e das ironias da vida. Depois de soltar os clichês de bêbado mais clichês (eu tinha que chegar nessa fase em algum momento da minha vida, afinal). Depois de me lamentar, e me resolver, e me lamentar outra vez. Depois disso tudo eu cheguei em casa, esquentei uma sopinha e dormi feliz, até escrevi uma música. E o melhor de tudo é que a sopinha me ajudou tanto na ressaca. Nas ressacas.
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Um comentário:
http://www.febredacabana.blogspot.com/
de volta
(olá olá mona darling)
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