Callie: Did anyone ever think you two were a couple?
Meredith: No, because we screw boys like whores on tequila.
Cristina: Then we either try to marry them or drown ourselves.
Callie: Huh.
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Falando pra mim mesma pra você pra ele para nós.
Eu não costumo me arrepender das coisas. Mesmo que elas sejam uma merda e eu leve uns foras e reclame. Mesmo que eu passe por menininha third grade. Eu não costumo me arrepender das coisas. E é engraçado, mas acho que boa parte das pessoas não percebe isso. Mas é assim que é. Eu vivo, eu faço merda, eu não me arrependo. Eu até me orgulho das merdas que eu faço, às vezes. Porque se eu me arrepender, estarei fodida. Se eu me arrepender, não vou mais conseguir saír da cama. A dor vai voltar mais forte, o enjôo vai voltar mais violento. Vou sentir náusea. Vou sentir tristeza, vou sentir tanta vergonha que não vou conseguir ficar de pé, olhar pra frente. Não. Então eu nunca me arrependo das coisas.
Antes eu costumava não pensar nelas, depois de feitas. Costumava tentar evitar. Passou a ressaca, passou a lembrança. Mas acho que estou ficando bem mais madura agora. Talvez não bem mais, mas um pouco mais, sim, eu gostaria de pensar. E agora as coisas acontecem, e eu vivo, e depois eu lembro, e elas continuam por perto (porque eu não tento esquecer) e é bom. E no final eu até queme orgulho, sim. Não dos feitos extraordinários, mas de ter vivido. E de estar conseguindo lidar com elas. Agora eu aproveito a vida, pelo menos estou um passo mais perto de realmente aproveitar a vida.
Então é isso. Só precisava pensar nisso, e deixar registrado que foi bacana, que tudo é bacana, mas que dessa vez foi bacana, e que eu não me arrependo nem um pouco, e que eu me lembro do que eu disse e continua sendo verdade (não é só porque estou sóbria agora que vai deixar de ser), e que eu sou complicada e que finalmente (este ano) começo a entender que eu sou mesmo complicada. Mas você já sabe. É, você já me conhece. Haha.
Antes eu costumava não pensar nelas, depois de feitas. Costumava tentar evitar. Passou a ressaca, passou a lembrança. Mas acho que estou ficando bem mais madura agora. Talvez não bem mais, mas um pouco mais, sim, eu gostaria de pensar. E agora as coisas acontecem, e eu vivo, e depois eu lembro, e elas continuam por perto (porque eu não tento esquecer) e é bom. E no final eu até queme orgulho, sim. Não dos feitos extraordinários, mas de ter vivido. E de estar conseguindo lidar com elas. Agora eu aproveito a vida, pelo menos estou um passo mais perto de realmente aproveitar a vida.
Então é isso. Só precisava pensar nisso, e deixar registrado que foi bacana, que tudo é bacana, mas que dessa vez foi bacana, e que eu não me arrependo nem um pouco, e que eu me lembro do que eu disse e continua sendo verdade (não é só porque estou sóbria agora que vai deixar de ser), e que eu sou complicada e que finalmente (este ano) começo a entender que eu sou mesmo complicada. Mas você já sabe. É, você já me conhece. Haha.
sábado, 21 de junho de 2008
O evento mais comentado dos últimos tempos.
Uma empada e dois pães de batata. Correria, polícia federal, avaliação. Depois álcool, babe, muito álcool. Amigos. Depois risadas de bêbado, cerveja na roupa, cambalear. Foi divertido. Depois haha, diversão recreativa casual no banco de trás.
Nada como encher a cara.
Uma empada e dois pães de batata. Correria, polícia federal, avaliação. Depois álcool, babe, muito álcool. Amigos. Depois risadas de bêbado, cerveja na roupa, cambalear. Foi divertido. Depois haha, diversão recreativa casual no banco de trás.
Nada como encher a cara.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Quero Morre
Merda de frio do cacete. Minha garganta já está arranhando. Meu corpo doendo. Porque você sabe, nos dias mais frios... E eu me sinto sozinha. É isso, pronto. Por mais que eu tenha amigos, família, o mocinho ensolarado, cachorro, gato, Virgínia Woolf e Bukowski. Eu me sinto sozinha. E eu sempre que me sinto assim fico pensando que não, eu tenho Virgínia Woolf. Que vai ficar tudo bem porque eu tenho dois edredons. Mas não é verdade. Não vai ficar tudo bem.
Outro dia eu comecei a usar um pingente de ferradura e não deu certo. Vou ter que apelar para o terço também. Porque de repente começou mesmo a dar tudo errado. E daí eu paro e fico pensando se não é meio negativo ficar pensando que tá tudo dando errado. E tento pensar que vai ficar tudo bem. Mas é mentira.
Outro dia eu comecei a usar um pingente de ferradura e não deu certo. Vou ter que apelar para o terço também. Porque de repente começou mesmo a dar tudo errado. E daí eu paro e fico pensando se não é meio negativo ficar pensando que tá tudo dando errado. E tento pensar que vai ficar tudo bem. Mas é mentira.
domingo, 8 de junho de 2008
mas, babe, por você...
Tem cada coisa besta que a gente vive. Tudo bem, eu já sabia. Mas só fui descobrir de verdade hoje, o quanto, dirigindo na saída do lugar bonito, no caminho de deixar a amiga na liberdade. Descobri que o que eu escrevi é verdade. Que eu estou mesmo ficando louca, que (como eu já sabia mas não queria admitir), eu não estava mesmo pronta. Que babe, por você eu topo qualquer coisa. Se você quiser só se divertir, ótimo. Era a idéia. Mas eu sei que você não quer, que quer fingir que é um cara sério, então, babe, tá bom pra mim. Eu posso tentar ser uma garota séria. E eu sou mesmo uma menina, uma menininha demais que não sabe bem o que quer. Mas eu sei que eu quero você. E isso é mais ou menos a maior declaração de amor que você já ouviu na sua vida. Só que você não ouviu..
Então estou aqui amargurando, solitária. Quase voltei lá hoje, às 5 e meia da manhã, pra ver se por acaso você não estava parado lá na frente. Meu plano era estacionar o carro em qualquer lugar, saltar, mergulhar. E te dizer oi. E depois não sei, mas era isso. Porque eu sou menina demais, a mina louca da balada, imagino, e é isso o que nós, meninas demais loucas da balada, fazemos. Nós babamos e ficamos de quatro. Nós pensamos em voltar atrás e ver se você não estava lá parado solitário.
Mas essa noite você não estava solitário, estava obstinado. Nem me viu, ou fingiu não me ver. Porque eu sou só uma menina que não sabe o que quer. Mas na real, babe, eu topo o que você quiser.
Então estou aqui amargurando, solitária. Quase voltei lá hoje, às 5 e meia da manhã, pra ver se por acaso você não estava parado lá na frente. Meu plano era estacionar o carro em qualquer lugar, saltar, mergulhar. E te dizer oi. E depois não sei, mas era isso. Porque eu sou menina demais, a mina louca da balada, imagino, e é isso o que nós, meninas demais loucas da balada, fazemos. Nós babamos e ficamos de quatro. Nós pensamos em voltar atrás e ver se você não estava lá parado solitário.
Mas essa noite você não estava solitário, estava obstinado. Nem me viu, ou fingiu não me ver. Porque eu sou só uma menina que não sabe o que quer. Mas na real, babe, eu topo o que você quiser.
Assinar:
Postagens (Atom)